Grupo A
Portugal fez ótimas campanhas nas competições que disputou após Scolari assumir. Só que agora a equipe vivenciará algo novo, o FAVORITISMO. Aquele mesmo que derrubou o Brasil (com uma boa contribuição do Parreira) na última copa. A Equipe que chegou às semi-finais da última Copa do Mundo, foi vice-campeão da última Euro, conta com o atual melhor jogador do mundo e que amadureceu o grupo base mantido há 4 anos, tem motivos de sobra para sonhar com o Título. Além do peso e da obrigação de fazer bonito, outro grande desafio para a seleção lusa é passar pela primeira fase. Mesmo não tendo outro “cachorro grande” no seu grupo a seleção portuguesa deve encontrar dificuldades perante seus adversários. República Tcheca vem forte mais uma vez e apesar de não mais contar com peças importantes como Rosicky e Nedved; tem uma base sólida. Um ataque com o velho, bom e alto Jan Koller; a sensação da última Euro Milan Baros; e Libor Sionko promessa de gols. Galásek coordena o meio assim como a 4 anos atrás e Grygera, Rozehnal, Jankulovski e Petr Cech dão tranqüilidade ao treinador Karel Bruckner.
Os turcos vem com tudo para tentar surpreender. Com o coração no bico da chuteira, desde a época de Hakan Sukur tem sido árduo bater os turcos facilmente. Apesar das boas campanhas em Copas do Mundo (mais especificamente em 2002), a Turquia por “falta de sorte” nas eliminatórias da Euro desde 1996 não alcançava a fase final. Altintop é sem dúvida o melhor jogador da equipe. Contará com a contribuição dos experientes Rustu Reçber, o ótimo Nihat e de Tuncay. Os meias Berlozoglu Emre e o Brasileiro Mehmet Aurélio tentarão abastecer Senturk e Kazim, estes que podem ser considerados a parte fraca da equipe. Talvez se o meio funcionar eles podem até conseguir a segunda vaga.
Por fim a Suíça, a anfitrião conta com bons jogadores e com o fator casa para tentar avançar as quartas. Se a defesa consistente que não tomou sequer um gol na última Copa do Mundo funcionar, Yakin e Barnetta jogarem o que sabem e Frei fizer seus gols então ele estarão entre os 8 melhores sem dúvida. Agora o difícil é isso acontecer.
Assim como o Grupo C é considerado o Grupo da morte, o A pode ser encarado como a grande variável que poderá surpreender e provavelmente será decidido no apito final das partidas do dia 15/06. Pela lógica, Portugal deve garantir o primeiro lugar. Mas no futebol, nem sempre a lógica vence.
Portugal fez ótimas campanhas nas competições que disputou após Scolari assumir. Só que agora a equipe vivenciará algo novo, o FAVORITISMO. Aquele mesmo que derrubou o Brasil (com uma boa contribuição do Parreira) na última copa. A Equipe que chegou às semi-finais da última Copa do Mundo, foi vice-campeão da última Euro, conta com o atual melhor jogador do mundo e que amadureceu o grupo base mantido há 4 anos, tem motivos de sobra para sonhar com o Título. Além do peso e da obrigação de fazer bonito, outro grande desafio para a seleção lusa é passar pela primeira fase. Mesmo não tendo outro “cachorro grande” no seu grupo a seleção portuguesa deve encontrar dificuldades perante seus adversários. República Tcheca vem forte mais uma vez e apesar de não mais contar com peças importantes como Rosicky e Nedved; tem uma base sólida. Um ataque com o velho, bom e alto Jan Koller; a sensação da última Euro Milan Baros; e Libor Sionko promessa de gols. Galásek coordena o meio assim como a 4 anos atrás e Grygera, Rozehnal, Jankulovski e Petr Cech dão tranqüilidade ao treinador Karel Bruckner.
Os turcos vem com tudo para tentar surpreender. Com o coração no bico da chuteira, desde a época de Hakan Sukur tem sido árduo bater os turcos facilmente. Apesar das boas campanhas em Copas do Mundo (mais especificamente em 2002), a Turquia por “falta de sorte” nas eliminatórias da Euro desde 1996 não alcançava a fase final. Altintop é sem dúvida o melhor jogador da equipe. Contará com a contribuição dos experientes Rustu Reçber, o ótimo Nihat e de Tuncay. Os meias Berlozoglu Emre e o Brasileiro Mehmet Aurélio tentarão abastecer Senturk e Kazim, estes que podem ser considerados a parte fraca da equipe. Talvez se o meio funcionar eles podem até conseguir a segunda vaga.
Por fim a Suíça, a anfitrião conta com bons jogadores e com o fator casa para tentar avançar as quartas. Se a defesa consistente que não tomou sequer um gol na última Copa do Mundo funcionar, Yakin e Barnetta jogarem o que sabem e Frei fizer seus gols então ele estarão entre os 8 melhores sem dúvida. Agora o difícil é isso acontecer.
Assim como o Grupo C é considerado o Grupo da morte, o A pode ser encarado como a grande variável que poderá surpreender e provavelmente será decidido no apito final das partidas do dia 15/06. Pela lógica, Portugal deve garantir o primeiro lugar. Mas no futebol, nem sempre a lógica vence.
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